Menos regras, mais bom senso!
Tanto em verso como em prosa, fica registrado o anseio do ser humano por uma vida melhor nos aspectos básicos de sua existência! Já dizia a letra de música COMIDA (composição de Arnaldo Antunes/Sérgio Brito/Marcelo Fromer): … A gente não quer só comida, quer diversão e arte! A gente quer saída para qualquer parte! A gente quer prazer para aliviar a dor! A gente não quer só dinheiro, a gente quer ser inteiro! A gente quer dinheiro e felicidade! …
“A música critica uma sociedade que não valoriza a informação e a cultura. E, conforme frase proferida por uma artista plástica em uma palestra, “o homem sem arte se embrutece”. Expressão genuinamente humana, a arte é a capacidade de abstração, através da qual se dá o processo de hominização. A comida alimenta o corpo, mas não o espírito, e o ser humano precisa das duas coisas para ser “inteiro, não pela metade”. A poesia concreta da música da banda de rock paulista reflete o ambiente urbano contemporâneo, o homem fragmentado, dissociado de sua natureza, em uma sociedade massificada.”
Bebida é água. Comida é pasto. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê?
Ou seja, desejo, necessidade, vontade, direito de estar em uma sociedade que valorize também a informação e a cultura, o reconhecimento da liberdade, da igualdade de direitos, da diversidade, da inclusão, bem…, mas esse já é outro tema para um próximo artigo!
O art. 6º da Constituição Federal cita direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, são as áreas sociais, pelas quais o legislador brasileiro identificou como operar a transformação social, alterando a realidade.
1) MORADIA: o grande desafio das grandes cidades! Morar compartilhado! Uma das necessidades fundamentais básicas, é o direito à moradia, faz parte da dignidade da pessoa humana.
São diversas as modalidades de moradia, habitar em casa própria, ou imóvel alugado, em albergue ou hostel, em pensões, pousadas, hotéis, entre outros. Geralmente, as acomodações são caracterizadas por preços ou socialização dos hóspedes, com direito a quartos privados, ou apenas uma cama ou beliche, num dormitório compartilhado.
Novos hábitos vão moldando novos negócios, necessidades do ser humano versus oferta de soluções são a base das inovações. O Airbnb, por exemplo, serviço online para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações e meios de hospedagem. O Coliving – “Coviver” é uma nova maneira para que as pessoas vivam em cidades, projetadas para proporcionar comodidade, qualidade e um verdadeiro senso de comunidade. Para muitos jovens significa também companhia, união, simultaneidade, ou seja, a concepção de comunidade e conveniência, em conjunto com a felicidade e conforto. Segundo sites, o Coliving ajuda jovens profissionais viverem com propósito e partilharem suas paixões, e há espaços coliving ao redor do mundo, são sinônimos de vida intencional, comunidade intencional, cohousing, nômade moderno. O objetivo do coliving é criar um ambiente familiar que inspira e evita solidão, tem em comum a oferta de quartos mobilados privados ou suites compartilhadas, taxas competitivas, utilitários gratuitos, limpeza semanal e outras facilidades. Alguns afirmam ter toda a plataforma inclusiva, fornecendo mobilias e microstudios compartilhados, suites com serviços de hotel de estilo e amenidades extraordinárias comunidade. Os residentes se unem em torno de um interesse comum para gerenciar colaborativamente um espaço, compartilhar recursos e coordenar atividades que contribuem criativa e intelectualmente para o mundo ao seu redor.
Esta nova maneira de viver tem despertado atenção de empresas, como por exemplo, o laboratório de pesquisa da IKEA que pediu a esse público opiniao sobre o que eles gostariam de ter para o coliving.
Os Couchsurfers abrem suas casas e compartilham suas vidas. Esse serviço já existe há anos, o CouchSurfing é um serviço de hospitalidade com base na Internet, e em 2012 atingiu a marca de 1 milhão de membros em mais 180 países.
2) EDUCAÇÃO: desafio para o crescimento do país! Educação por essência sempre foi compartilhada! Vejamos a partir da tríade Informação, Conhecimento e Discernimento. Apesar de recebermos as mais variadas informações do meio externo, elas precisam ser internalizadas para se transformarem em conhecimento, e são expressadas através do discernimento. Livros são informações e seu compartilhamento em bibliotecas públicas ou particulares, sempre fizeram parte de nossa cultura. Os sebos , local onde se comercializa livros usados, surgiram muito antes das grandes livrarias, reforçando o compartilhamento.
Temas relevantes nesse segmento ainda precisam ser mais bem tratados, como por exemplo, a educação para refugiados, onde a prestação de serviços comunitários diretamente aos refugiados e a inclusão dos mesmos na vida universitária, proporciona o contato direto com os estrangeiros por meio do atendimento solidário a essa população nas instituições universitárias, e o aprendizado de línguas estrangeiras são compartilhados.
3) SAUDE: desafio para o país não se concentra apenas na partilha financeira! O conceito de Clínica ampliada para focar as pessoas e não as doenças e cogestão, certamente fazem sentido. Tradicionalmente a medicina se encarrega do tratamento de doenças e para o conceito de clínica ampliada, há necessidade de se expandir esse objeto, agregando também problemas de saúde, ou seja, situações que ampliam o risco ou vulnerabilidade das pessoas, além das próprias doenças. O mais importante, contudo, seria a consideração de que, em concreto, não há problema de saúde ou doença sem que essas estejam em pessoas.
A adoção de uma metodologia de cogestão, ou gestão participativa, é um procedimento que aumenta a democracia institucional e, também, educa, além de ampliar o poder de influência das deliberações. As estruturações de colegiados de cogestão objetivam construir um ambiente onde ocorra a contratação dos objetivos institucionais, elaboração dos planos operativos, acompanhamento e avaliação de processos e resultados, com o uso de indicadores.
Planos de saúde passam a atuar no modelo de coparticipação, ainda que tenham muito a melhorar. O nosso Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Constituição de 1988, é um dos maiores do mundo em sua modalidade: universal, público e gratuito, porém com distribuição desigual, não permitindo que todos os brasileiros tenham fácil acesso ao serviço, quer seja em razão da complexidade da tarefa, quer seja em razão do decifit no financiamento. É preciso aprimorar as relações e o compartilhamento entre União, Estados e Municípios, onde o primeiro formula políticas nacionais (e executa alguns programas) e coordenam sistemas de saúde de alta complexidade, os Estados criam suas próprias políticas e ajudam nas metas nacionais, além de gerenciar os hemocentros e alguns hospitais para tratamentos especializados, como transplantes, os Municípios devem garantir os serviços básicos, como postos de saúde, prontos-socorros e pequenos hospitais, mas também podem criar políticas próprias. Ou seja, é preciso urgentemente rever a estrutura e organização do sistema de saúde, pois apesar da responsabilidade ser “compartilhada” carece de um ordenamento nos moldes “empresarial”.
4) TRANSPORTE: desafio mobilidade urbana / deslocamento, rapidez e segurança! Transporte compartilhado! Uber, Cabify, Carpool Waze, bicicletas, caronas, viagens, mudanças. Transportes privados urbanos, por serviços eletrônicos, aplicativos que permitem a busca dos passageiros por motoristas baseados na localização, destaque para a Uber uma empresa multinacional americana, e Cabify empresa multinacional espanhola, com predominância em países de língua espanhola e portuguesa.
Bicicletas Compartilhadas! Existem serviços para bicicletas compartilhadas, que se baseiam em pontos físicos permanentes para retirada e entrega das bikes. Há startups que permitem que as bicicletas sejam compartilhadas com auxílio de aplicativos, mas sem necessidade de estações físicas.
Mudanças Compartilhadas! Também existem empresas especializadas em mudanças compartilhadas, possibilitando economizar na hora de mudar, pois barateiam o serviço, e até o frete é cobrado de acordo com o espaço que a mudança ocupa no caminhão.
Caronas compartilhadas! O compartilhamento de carro, é com certeza uma boa opção. Caronas solidárias como meio de transporte alternativo. Há aplicativos de carona solidária que são uteis para gastar menos e aliviar o trânsito, e que para fazer a carona compartilhada acontecer, a chave do sucesso é a comunicação. Não diminui o tempo de locomoção, mas pelo menos alivia para o motorista: alternando, uma vez dá carona, na outra vai e volta no banco do passageiro e assim todo mundo se estressa um pouco menos. Sem contar a companhia no trânsito e a oportunidade de dividir os gastos com estacionamento e combustível!
Há app de caronas do mundo, que prometem conectar pessoas indo para o mesmo destino, permitindo viagens sem baldeações para qualquer lugar (BlaBlaCar). O Carpool é um serviço criado pelo Waze para facilitar o compartilhamento de caronas entre pessoas com destinos parecidos.
Viagens Compartilhadas! Há sites que prometem e divulgam mais diversão. “Conhecer pessoas e culturas diferentes também faz parte de viagens inesquecíveis, e são os bons companheiros de viagem, aliás, que as tornam mais divertidas, emocionantes, alegres e descontraídas. Viajar em grupo é ainda uma maneira de ver o mundo de um jeito multifacetado e rico. A proposta é a conexão com pessoas de diferentes nacionalidades capazes de deixar os passeios ainda mais gostosos com os conhecimentos e as bagagens de cada um.”
5) ALIMENTAÇÃO: o desafio é o consumo consciente! Economia compartilhada também é tendência na gastronomia. Horta compartilhada, cultivos em minusculos locais, ou até mesmo em telhado de grandes prédios, ou ainda, plantadas em espaços públicos. E até mesmo a colheita compartilhada, cada família que participa da horta comunitária se compromete a plantar algum de alimento em sua horta de casa, e cada casa planta um tipo de alimento, para que a produção seja compartilhada. Na agricultura compartilhada, ou produção compartilhada de alimentos orgânicos, por exemplo, tiveram uma expansão em Brasília no ano passado, são coagricultores de uma Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA).
Existem aplicativos como o Tem açúcar? Site brasileiro que promove empréstimos entre vizinhos, plataforma gratuita foi criada por jovem de 25 anos e visa o consumo sustentável. Existe o compartilhamento de refeições chamado Meal Sharing uma plataforma utilizada por sites, aplicativos de compartilhamento de refeições como Feastly, EatWith e Cookapp, são basicamente como o Airbnb para refeições. Eles conectam turistas com os locais e estão mudando a maneira como as pessoas viajam.
Há espaços gastronômicos para atrair chefs e aspirantes dispostos a pilotar fogão industrial e produzir ali suas receitas. Cada vez mais os negócios são inovadores com multiáreas, em um deles por exemplo, o idealizador é designer, reformou o imóvel, que antes funcionava como armazém gourmet, equipou com balcões e bancos, que ficam na parte da frente da casa e servem de bar para a venda de cervejas e da produção gastronômica local, se assim o cozinheiro da vez desejar, e o staff é por conta da casa, e o lucro é de quem cozinhou. O objetivo é incentivar a economia colaborativa.
Ainda sob a premissa do consumo consciente, outro negócio inovador, por exemplo, é o WeFood: supermercado que só vende produtos fora do prazo de validade foi inaugurado na Dinamarca. Não tem nada de comida estragada, pois existe uma diferença entre o prazo de validade impresso nos alimentos e produtos que estão na prateleira dos supermercados e até quando eles realmente podem ser consumidos, de forma segura. O mercado fica em Copenhague, capital do país, e para conseguir abrir as portas, os idealizadores tiveram que superar vários obstáculos para um negócio tradicional e lançaram uma campanha de crowdfunding no ano passado e conseguiram arrecadar DKK 1 milhão, o equivalente a R$ 580 mil.
6) LAZER: desafio para incentivar a qualidade de vida ! A vida está mudando, ruas, pistas de rolamento, rotas, caminhos, ciclovias, ciclorrotas, ciclofaixas, calçadas são compartilhadas, com separadores físicos ou com separação apenas de sinalização, que oferecem menos e outras que oferecem mais riscos a população. Todas sem exceção são importantes para promover o lazer.
Wi-Fi Compartilhado! Há modelos que visam permitir a utilização de sobreposição de redes para, quando necessário, aproveitar a ociosidade de banda de algumas delas.
Vida de luxo compartilhada! E por que não? Dividir custos para usufruir de bens de alto valor, como aeronaves, barcos e até mansões, tem se tornado uma prática cada vez mais crescente no Brasil. Segundo informações da rede mundial de computadores, “ter sempre um jato à disposição, um iate para passear pelo litoral ou uma mansão para passar as férias em diferentes locais do mundo são luxos que muitos gostariam de ter. Para tornar estes desejos menos onerosos, a aposta é o conceito de “consumo compartilhado”. Nesse modelo, “sócios” têm cotas em itens de alto valor, como carros, barcos e aeronaves, por um período pré-determinado, tudo isso, claro, por um preço bem abaixo do que precisaria investir para adquiri-lo individualmente.” O helicóptero Agusta, avaliado em torno de US$ 7 milhões, pode ser compartilhado por uma cota de US$ 700 mil. Há empresas, por exemplo, especializadas neste tipo de serviço, estão disponíveis casas de luxo e apartamentos em mais de 180 destinos pelo mundo. Pelo sistema, o comprador adquire uma cota do imóvel juntamente com mais pessoas, e pode usufruir o bem por quatro semanas por ano, se fosse comprar a propriedade com exclusividade, teria de desembolsar muito mais.Nesse caso, cada proprietário recebe uma escritura que lhe concede o direito de usar o imóvel durante 100 anos, em datas previamente programadas. “A indústria da propriedade compartilhada cresce 30% ao ano. O mercado imobiliário de luxo cresce 20% no Brasil.”
Conceitos bastante difundidos como Multipropriedade ou time sharing, são formas também de investimento imobiliário. Pessoas que compram no mercado de imóveis de luxo estão dispostas a pagar mais, desde que recebam benefícios em troca, exclusividade, compartilhamento da área de lazer, spa, academia, espaço gourmet, cinema, marina para embarcações, heliporto, supermercados, bistrô, quadras esportivas, espaço para boliche, ou seja, há muito espaço para criatividade na busca da felicidade compartilhada.
Em Portugal o turismo colaborativo já proporciona hotéis de charme para Millennials! São boutique-hotéis com espaços para concertos, ioga ou coworking, voltados para os “nômades que viajam pelo mundo”. Um grupo internacional está disposto a investir cifras expressivas nos próximos dois anos.
7) TRABALHO desafio são as novas parcerias? Ateliers compartilhados, consultórios compartilhados, escritórios compartilhados, laboratórios compartilhados, entre outros modelos. O coworking é mais utilizado, atualmente, o ambiente de trabalho compartilhado cada vez mais é considerado apropriado para o crescimento profissional, por vários fatores, solução ideal para necessidades de espaço, proporciona flexibilidade e colaboração, que são capacidades requeridas, proporciona o envolvimento das equipes, e que buscam prosperar compartilhando conhecimento.
8) SEGURANÇA: desafio para quem? Até as recentes discussões sobre segurança pública envolvem o compartilhamento, se é ou não é uma responsabilidade exclusiva dos órgãos governamentais de justiça e segurança, ou se deve ser uma responsabilidade compartilhada.
9) INFÂNCIA: desafio de preservar nossas crianças! Há locais, plataformas e aplicativos que estimulam o uso e a troca de brinquedos, de forma que o consumo seja consciente. Nem sempre o aplicativo exige a combinação da troca do brinquedo entre as crianças, poderá haver troca do brinquedo por moedas que permitem escolher o brinquedo de outra criança.
No campo legal, a guarda compartilhada, que é a divisão dos direitos e deveres decorrentes da obrigação alimentar destinada aos filhos, passa de exceção à regra no ordenamento jurídico. Dentre os principais fatores condutores dessas mudanças estão, a inserção da mulher no mercado de trabalho, uma geração de pais mais participativos e conscientes de seu papel na vida dos filhos, os movimentos sociais em defesa do empoderamento feminino, da igualdade de gêneros, o reconhecimento pelo Judiciário dos direitos dos casais homoafetivos (união civil, adoção e outros), da multiparentalidade, mas esse é outro tema para outro possível artigo!
10) ECONOMIA COLABORATIVA desafio é estar atento às necessidades do consumidor!
É preciso entender o que é economia colaborativa e como ela inova o mercado, e como o mercado se transforma com os hábitos dos consumidores. Cabe aos líderes das organizações a tarefa de se adaptar ou ficar para trás!
Nesse cenário de disrupção da forma como compramos, vendemos e consumimos é que surgem alternativas que prometem transformar o mercado, como a economia colaborativa, que tem o foco na abundância de recursos disponíveis na sociedade, e pensa em formas de distribuir melhor e aperfeiçoar o uso do que temos, promovendo inovação por meio da sustentabilidade e a conexão entre as pessoas, ao invés da economia tradicional que tem o foco na escassez de recursos, e valoriza o que pode acabar um dia.
As mudanças na organização dos papéis econômicos são inevitáveis, na sua estrutura desde a organização hierárquica, à organização em rede, na relação fornecedor e consumidor os papeis se invertem, são ambivalentes, consumidores não são agentes passivos e nem reféns de fornecedores, as transações serão de forma multilateral, baseados na disponibilidade e a necessidade para criar um ambiente colaborativo. Para conquistar o que precisamos, não será necessário brigar, nem prejudicar outros parceiros do mercado ao escolher uma ou outra opção.
São fatores para o sucesso, manter custos baixos, aprender a gastar, o foco da economia colaborativa é muito mais sobre o que temos do que sobre o que precisamos eliminar processos desnecessários, estruturar as equipes com o quantitativo necessário. Parcerias são fundamentais e podem fornecer produtos, serviços e auxiliar na capacitação e na educação da empresa. Busque pessoas dispostas a ajudar e se disponibilize também e deixe de lado a competição enquanto puder, é a tendência, pensar em longo prazo.
Pensar o consumo colaborativo como uma forma de nos aproximar e de estreitar relações com o consumidor enquanto oferecemos uma experiência memorável e de valor. Agilidade e inovação são duas grandes aliadas das empresas que querem se adaptar às práticas do mercado moderno, mas é essencial ressaltar que a empresa precisa se manter operando de forma lucrativa.
Também cabe aos líderes das organizações buscarem abordagens que possam aperfeiçoar seus processos e promover inovação. A economia colaborativa transforma a forma como pensamos, produzimos e consumimos no mercado moderno.
11) INVESTIMENTOS: desafio de suprir as expectativas dos clientes! O principal investimento financeiro compartilhado são os Fundos de Investimento, que nada mais é do que uma forma simples de fazer investimentos complexos, modalidade de aplicação financeira, constituída em forma de condomínio, onde todos os custos são compartilhados com todos os cotistas do fundo. São investimentos totalmente controlados por um Administrador Fiduciário, responsável por elaborar o regulamento, contratar qualquer prestador de serviço terceirizado, seja o gestor, custodiante, auditor, consultor, distribuidor, responsável tmbém por monitorar as despesas a serem debitadas, disponibilizando informações a todos os entes, órgãos reguladores, fiscalizadores, prestando contas aos investidores.
Os fundos, investimentos financeiros compartilhados, possuem uma gama de oportunidade diante dos inúmeros novos negócios, pois é um instrumento que proporciona unir interesses, como por exemplo, de consumidores e startups, dos investimentos imobiliários nas mais variadas formas, possibilita aplicação de project finance, a captação de recursos para financiar projeto de investimento de capital, onde os investidores dos recursos contam com o fluxo de caixa oriundo do projeto para suprir seus empréstimos e obter retorno sobre o capital investido, pode envolver a criação legal de empresa independente do projeto; permite investimentos em infraestrutura, que atualmente a coletividade está carente, obras normalmente precisam de grandes investimentos, parcerias em projetos entre o público e privado (PPP); pode ser instrumento de garantia; ou seja, pode ser um instrumento que viabiliza toda essa vida compartilhada!


